quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Palestra imperdível com o renomado jurista, Dr. Ives Gandra.

Palestra imperdível com o renomado jurista, Dr. Ives Gandra.

Faça agora sua inscrição.

Justiça no Brasil: Estamos nas maõs de uma minoria que julga segundo suas opiniões próprias?

Por que o STF tomou decisões que chocam a consciência da maioria cristã dos brasileiros?

http://direitoreformacional.blogspot.com.br/2012/08/palestra-imperdivel-com-o-renomado.html

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Notável filósofo ateu Thomas Nagel: 'Defensores do Design Inteligente merecem nossa gratidão"!!!

Posted: 22 Aug 2012 04:34 AM PDT
Notável filósofo ateu Thomas Nagel: "Defensores do Design Inteligente merecem nossa gratidão"

John G. West August 22, 2012 12:05 AM | Permalink

Em setembro, a Oxford University Press lança oficialmente a versão brochura de um novo livro pelo renomado filósofo Thomas Nagel da Universidade de Nova York. É uma surpresa estarrecedora.

Já disponível na versão Kindle, o livro de Nagel porta o título provocante Mind and Cosmos: Why the Materialist Neo-Darwinian Conception of Nature Is Almost Certainly False [Mente e Cosmo: por que a concepção materialista neodarwinista da natureza é quase que certamente falsa]. Você leu direito: o sub-título do livro declara que "a concepção materialista neodarwinista da natureza é quase que certamente falsa". Nagel é um ateu que não está convencido do caso positivo a favor da teoria do Design Inteligente. Mas ele acha claramente que a evidência a favor da moderna teoria darwinista deixa a desejar. Além disso, ele está profundamente agradecido pelos "iconoclastas" do Movimento do Design Inteligente por levantar um desafio significante à atual ortodoxia científica. No capítulo 1, Nagel cita favoravelmente o trabalho de três membros do Discovery Institute em particular:

"Pensando sobre essas questões, eu tenho sido estimulado pelas críticas da predominante visão de mundo científica... pelos defensores do Design Inteligente. Muito embora escritores como Michael Behe e Stephen Meyer sejam, motivados, pelo menos, por suas crenças religiosas, os argumentos empíricos que eles oferecem contra a possibilidade de que a origem da vida e a sua história evolucionária possam ser plenamente explicadas pela física e física são, em si mesmos, de grande interesse. Outro cético, David Berlinski, tem trazido esses problemas vividamente sem referência à inferência de design. Mesmo que alguém não seja atraído para a alternativa de uma explicação pelas ações de um designer, os problemas que esses iconoclastas colocam para o consenso ortodoxo científico devem ser considerados seriamente. Eles não merecem o escárnio com que eles enfrentam comumente. Isso é manifestamente injusto.

De modo diferente e agradável, Nagel não se deixa levar pelos esforços unilaterais de evitar os argumentos dos proponentes do Design Inteligente estigmatizando suas presumidas "crenças religiosas". Como Nagel destacou, "os argumentos empíricos" oferecidos pelos proponentes do DI "são de grande interesse em si mesmos". É a evidência que interessa, e é a evidência que demanda uma resposta.

Nagel prossegue dizendo algo que provavelmente irá irritar realmente alguns defensores da ortodoxia darwinista:

"Eu creio que os defensores do Design Inteligente merecem a nossa gratidão por terem desafiado uma visão de mundo científico que deve algo da paixão demonstrada por alguns de seus adeptos exatamente pelo fato de ser considerada em nos libertar da religião. Aquela visão de mundo está prestes a ser substituída..."

Nossa! Quem quer que acredite que o peso da evidência apoia a visão darwinista, e que nenhuma pessoa racional pode duvidar do consenso darwinista, precisa ler o livro de Nagel.

Nagel é Membro da Academia Americana de Artes e Ciências, e recebeu o prestigiado Prêmio Balzan pelo seu trabalho em Filosofia Motal. Ele recebeu bolsas de estudos da National Science Foundation e da National Endowment for the Humanities, entre outras instituições. Ele é um dos principais filósofos dos Estados Unidos. Obviamente, ele também é um homem de grande coragem e independência de pensamento.

Prepare-se para as festas em que livros serão queimados pelos defensores da ortodoxia darwinista. Eu nem ficaria supreso se houver um esforço para convencer a Oxford University Press em repudiar o livro de Nagel. Então você deve obter o livro enquanto pode.





 

 

Divulgação:

 


Hannah Arendt e o seu conceito de ‘banalidade do mal’

Hannah Arendt e o seu conceito de ‘banalidade do mal’
http://epistemologiadehannaharendt.blogspot.com.br/

domingo, 12 de agosto de 2012

Presos na Hungria trabalham para pagar a própria alimentação

Presos na Hungria trabalham para pagar a própria alimentação
http://deveresedireitoshumanos.blogspot.com.br/2012/08/presos-na-hungria-trabalham-para-pagar.html

O boxe olímpico feminino como expressão de igualdade, e a proibição das touradas

O boxe olímpico feminino como expressão de igualdade, e a proibição das touradas

http://mulherreformada.blogspot.com.br/2012/08/o-boxe-olimpico-feminino-como-expressao.html

Orar pode reduzir o risco de Alzheimer em 50%

Orar pode reduzir o risco de Alzheimer em 50%
http://saudereformacional.blogspot.com.br/2012/08/orar-pode-reduzir-o-risco-de-alzheimer.html

G. K. Chesterton e o culto contemporâneo do Eu

G. K. Chesterton e o culto contemporâneo do Eu

by O. Braga

"Os seres humanos são felizes enquanto mantêm o poder receptivo e de reacção, em atitude de surpresa e de gratidão, em relação a algo fora do Eu. Enquanto assim forem — como sempre foi afirmado pelas maiores mentes ao longo da História —, dispõem de algo que está presente na infância e que pode ainda preservar e solidificar a adultez.
A partir do momento em que o Eu é conscientemente sentido como algo superior a qualquer uma das qualidades exteriores que vêm ao seu encontro, ou superior a qualquer uma das aventuras que pode desfrutar, surge então nele uma espécie de previamente determinado enfado e desencanto auto-destrutivos que preenchem totalmente os símbolos tartáreos [infernais] de sede e de desespero.
— G. K. Chesterton, “The Common Man”

Máximo Sandín desmontando Darwin

Posted: 11 Aug 2012 10:05 AM PDT



Divulgação: http://cultura-calvinista.blogspot.com

http://metodologiadoestudo.blogspot.com

http://direitoreformacional.blogspot.com

http://biologiareformacional.blogspot.com


VÍDEOS INTELIGENTES:

http://academiaemdebate.blogspot.com

Os macacos e os ateus

Autor deste blog discorda do amigo O. Braga em pelo menos dois pontos: 1. O homem não é "animal racional" e sim ser humano, que além da categoria e classificação de animal. 2. O livre arbítrio é um sofisma, o homem tem é "livre agência" que é diferente de "livre arbítrio". Prof. Luis Cavalcante



Os macacos e os ateus

by O. Braga
«Este vídeo mostra um experimento sobre moralidade em animais, que foi conduzido por Frans de Wall, um primatólogo, que mostrou os resultados da sua investigação numa palestra da TED.
De vários assuntos de grande interesse, um ressalta que é moralidade que pode ser observada nos nossos primos macacos.»
Ao ver um ateu defender a ideia segundo a qual os macacos têm moral, por alguns segundos acreditei sinceramente que fosse verdade!.
S. Tomás de Aquino
Eu percebo que, para o ateísmo, a moralidade é puro adestramento comportamental [behaviourismo]: adestra-se a besta humana a responder a estímulos segundo o princípio de Pavlov, e temos ética!. Depois da besta humana devidamente adestrada mediante o reflexo condicionado, o ateísmo conclui então que o comportamento daí resultante é a própria moralidade.
Um fenómeno da nossa cultura universitária coeva é falta de leitura dos clássicos. A academia contemporânea vive exclusivamente no presente, e por isso diz e faz muitas asneiras. A academia actual não aprende com o passado e com a história das ideias.
Os ateus não têm culpa de ser estúpidos porque, ao contrário do que acontece com a moral que é independente do QI da pessoa, a estupidez decorre da genética ou da epigenética.
S. Tomás de Aquino, no século XIII, demonstra por que os ateus são estúpidos.
S. Tomás de Aquino fez a diferença entre o arbítrio no ser humano, por um lado, e o arbítrio num animal irracional, por outro lado.
Dizia o santo que a principal diferença entre os dois arbítrios é a de que o ser humano é capaz de representar o objecto do seu desejo na ausência desse objecto e, portanto, o arbítrio do ser humano é livre — enquanto que um animal irracional não é capaz de o fazer e, portanto, o arbítrio de um animal irracional não é livre.
Vai daí — conclui o santo com pertinência — que, no ser humano, que é um animal racional, a vontade é um desejo informado pelo intelecto (ou seja, informado pela razão), o que não acontece, por exemplo, com os macacos e com os ateus.