sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O marxismo cultural e a destruição da mulher. Recuperando a dignidade feminina!

O marxismo cultural e a destruição da mulher. Recuperando a dignidade feminina!

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http://mulherreformada.blogspot.com.br/2014/01/radio-vox-o-marxismo-cultural-e.html

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O medíocre

Francisco Jose Saidl

medíocre nunca diz, ele repete sempre. Não concebe que um homem, ainda obscuro, ao qual se é muito chegado, possa ser um homem de gênio. Suas admirações são prudentes,  seus entusiasmos oficiais. Ele só exclamará: eu bem que o tinha previsto.

Ele jamais diria ante a aurora de um homem ainda ignorado: aqui está a glória e o porvir. O homem medíocre pode até mesmo ter talento,  mas a intuição lhe é vedada. Pode aprender, mas não prever. Por vezes ele admite alguma ideia, mas não a seguirá em suas últimas aplicações. E se lha apresenta em termos diferentes, ele não mais a reconhece e a rejeita. Se a palavra exagero não existisse, o  medíocre inventaria.

O homem medíocre pode ter estima para com pessoas virtuosas e de talento: ele tem medo e pavor dos santos e dos homens geniais. Ele os acha exagerados.

O homem que ama nunca é medíocre. O homem verdadeiramente  medíocre ama um pouco todas as coisas, mas não admira nada com calor. Ele prefere seus inimigos, se forem frios, a seus amigos, se forem quentes. Ele odeia o calor. O medíocre só possui uma paixão: o ódio ao Belo.

Toda afirmação parece-lhe insolente, pois que ela exclui a posição contrária. Ele finge dizer algo e não diz absolutamente nada. Há uma apreensão que permanece no medíocre ativo e em função: é o temor de se comprometer. Por isso exprime alguns pensamentos  tirados de M. de La Palisse com a reserva e a prudência de um homem que teme que suas palavras demasiadamente ousadas possam sacudir o mundo!

medíocre detesta os livros que o obrigam a refletir. Ele gosta dos livros que não estouram o seu molde, daqueles que já se conhece de cor antes de os ter lido. O medíocre declara que Jesus Cristo deveria ter se limitado a pregar a caridade e não fazer milagres. Ele detesta, aliás, ainda mais os milagres dos santos, sobretudo dos santos modernos. O temor que o medíocre tem das coisas superiores fá-lo dizer que ele estima antes de tudo o bom senso, mas ele não sabe o que é o bom senso. Ele entende por bom senso a negação de tudo quanto é grande.

medíocre pode muito bem ter esta coisa sem valor que nos salões se chama “esprit”, mas ele não poderá ter jamais esta forma de inteligência que é a faculdade de ler a idéia no fato. O homem inteligente levanta a cabeça para admirar e para adorar. O medíocre levanta a cabeça para debicar… O medíocre não acredita no demônio.. O medíocre lamenta que a Religião tenha dogmas. O medíocre é o mais frio e o mais feroz inimigo do homem genial. Opõe-lhe a força da inércia, que é uma resistência cruel.Ele não tem entusiasmo nem compaixão, pois estas duas coisas andam sempre juntas.

medíocre é muito mais perverso do que imagina, e do que os outros o imaginam, porque sua frieza vela sua perversidade. Vive comentando pequenas infâmias, que à força de serem pequenas não têm a aparência de serem infames. Aqueles que bajulam os preconceitos e os hábitos de seus contemporâneos são impelidos rumo ao sucesso; trata-se dos homens de seu tempo. Os que rejeitam os preconceitos e os costumes respiram de antemão o século vindouro, impelem os outros e vão rumo à glória… são os homens da Eternidade. Grandes são aqueles que se impõem aos homens em vez de sucumbir a eles.

medíocre  mostra aos homens a parte conhecida de si mesmo, enquanto o homem superior revela aos homens a arte que lhe é desconhecida. O homem superior desce ao fundo de nós, faz nossos pensamentos falarem e se torna mais íntimo conosco do que nós mesmos. Ele nos irrita e nos regozija ao mesmo tempo. Assim como alguém que nos acordasse para ir ver o nascer do sol.

O medíocre enquanto nos deixa onde estamos, nos inspira uma tranquilidade morta, que não é a calma. O homem superior sente melhor de que outrem a grandeza e a miséria humana. Ele acende em nós o amor do ser e lembra-nos sem trégua a consciência de nossa nada. O homem genial é superior ao que faz e o seu pensamento é superior à sua obra. O medíocre é inferior a tudo quanto executa. Sua obra não é fruto da realização de um pensamento. É o trabalho feito segundo certas regras. O homem de gênio considera sempre sua obra inacabada. O medíocre vive tomado pela sua obra: cheio de si mesmo, cheio de nada, cheio de vaidade! Este personagem cabe nestas duas palavras: frieza e vaidade. (Ernest Hello)

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/o-mediocre#.Ut8bov5TvIU

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Qualquer Lei Municipal, Estadual e Federal que disponibiliza Bíblias nas escolas é extremamente saudável, começando pela riquíssima literatura de alto nível. (Prof. Luis Cavalcante)

Lei propõe que escolas disponibilizem exemplares da Bíblia e gera polêmica

Imagem: Divulgação
 
Recentemente, duas grandes capitais brasileiras se tornaram palco para discussão a respeito da religião e da laicidade do Estado, devido a legislações municipais sobre o tema. Em Recife (PE), um projeto de lei propõe que exemplares da Bíblia sejam disponibilizados para consulta em todas as instituições de ensino da cidade; enquanto em Manaus (AM) uma resolução municipal estabeleceu normas para a disciplina de ensino religioso nas escolas.
 
De autoria da vereadora Aimée Carvalho (PSB), o projeto de lei 334/2013, deve ser votado em fevereiro na Câmara de Vereadores do Recife e estabelece que duas edições da Bíblia sejam disponibilizadas nas escolas, uma em português e outra em braile.
 
Em seu texto, a proposta justifica a obrigatoriedade afirmando que a Bíblia foi “o primeiro livro impresso do mundo, logo merece destaque entre os demais (…). Além, claro, de trazer ensinamentos importantíssimos para toda a sociedade, independentemente do credo religioso de quem a lê”.
 
“Irá enriquecer as bibliotecas, pois os ensinamentos norteiam as atitudes humanas e até servem para a consulta de cientistas. A violência diminui e a prosperidade aumenta”, afirma a vereadora.
 
Segundo o Diário de Pernambuco, mesmo antes de ser colocada em votação, a proposta motivou uma série de discussões na cidade a respeito à laicidade de Estado, e também sobre a presença de outras religiões nas escolas.
 
“O estado é laico, mas não é ateu. Sabemos que 98% da população brasileira admitem ter fé, segundo o IBGE. É interessante que tenhamos a Bíblia nas escolas, mas estudantes de outras religiões como a muçulmana e a hindu podem requisitar o mesmo direito. A Bíblia a ser adotada será católica ou evangélica?”, ponderou o diácono Aerton Carvalho, presidente da Comissão Arquidiocesana e Pastoral para a Educação da Arquidiocese de Olinda e Recife.
 
O professor de direito constitucional da Unicap, Marcelo Labanca, falou sobre o argumento usado por opositores da proposta que visam a desqualificar afirmando que a mesma fere o artigo 19 da Constituição, que veda à União, estados e municípios estabelecer cultos religiosos ou igrejas oficiais.
“Ele [o projeto] amplia o acesso à informação, um papel do Estado, mas não faz com que isso seja instrumento de pregação. Religião não pode ser um tabu para o conhecimento. O aluno pode ter acesso a diversos instrumentos religiosos para que possa escolher”, afirma o professor.
 
Já em Manaus, a polêmica é motivada por uma resolução do Conselho Municipal de Educação (CME) publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial do Município. A resolução estabelece normas para a contratação de professores de ensino religioso no município.
 
A professora Elaine Ramos da Silva, presidente do CME, explica que a resolução tem como base o Parecer nº 97/99, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que fala a respeito da autonomia dos sistemas de ensino na regulamentação dos conteúdos do ensino religioso e da contratação de docentes para tal disciplina.
 
Apesar de a Constituição brasileira, em seu artigo 210, parágrafo primeiro, prever a oferta de ensino religioso, tais propostas são alvo de diversas críticas, como a do sociólogo Marcelo Seráfico, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que afirma que o Estado se contradiz ao propor uma disciplina de ensino religioso.
 
De acordo com o UOL, a resolução do CME de Manaus define que os professores de ensino religioso devem ter formação em licenciatura plena em Ciências da Religião ou Ensino Religioso, dando abertura também a profissionais formados em Licenciatura Plena em Filosofia, História, Ciências Sociais ou Pedagogia, com curso de especialização Lato sensu ou Strictu sensu, em ensino religioso. Todos devem ter estudado em Instituições de Ensino Superior (IES) credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC).
 
A resolução define ainda que é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação (Semed) o atendimento à demanda da disciplina, garantindo a contratação de um número adequado de professores, e também estabelece que o docente não divulgar nas aulas conteúdos de uma doutrina específica.
 
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Fonte: Gospel Mais
 
Fonte via:
 

(Áudio) - Sou fã do professor Ricardo da Costa - Historiador, mestre e doutor com dois pós-doutorados em História Medieval e Filosofia, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Prof. Luis Cavalcante

(Áudio) -  Sou fã do professor Ricardo da Costa - Historiador, mestre e doutor com dois pós-doutorados em História Medieval e Filosofia, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Prof. Luis Cavalcante


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http://historiareformacional.blogspot.com.br/2014/01/audio-87-podcast-do-mises-brasil.html

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Atenção Economistas: Leitura Obrigatória - "A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo" por Eugen von Böhm-Bawerk

Atenção Economistas: Leitura Obrigatória - "A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo" por Eugen von Böhm-Bawerk 

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http://economiareformacional.blogspot.com.br/2014/01/atencao-economistas-leitura-obrigatoria.html

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014